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Salve-me, Rachel Gibson


Olá, leitores! Como vocês estão? As leituras estão em dia? O que estão achando do ano, passando rápido demais? Vamos conversar nos comentários? Tudo bem, vamos deixar de papear aqui, mas fica combinado de trocarmos ideias nos comentários, tá? Hoje eu trouxe para vocês uma novidade, um lançamento da editora Jardim dos Livros: Salva-me, da Rachel Gibson!

Título Original: Rescue me

Autora: Rachel Gibson

Tradução: Cássia Zanon

Gênero: Romance

Páginas: 272

Sinopse: A salvação de Sadie Hollowell e Vince Haven depende de muitos fatores. Ele voltou traumatizado da guerra ao terrorismo no Afeganistão e ela, aos 33 anos, acha ridículo ser convidada para ser dama de honra do casamento de uma prima no interior do Texas, onde nasceu. Ambos estão perdidos, à procura das raízes e de uma identidade que a vida foi esfacelando, e são atormentados por uma atração sexual violenta que demora muito a se transformar em amor e compromisso.
O que se oferece aos leitores é uma história tensa, em que preconceitos e hesitações lutam contra o amor, sem saber qual dos lados terá o triunfo final. Vale a pena ler e torcer por ele.


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“SALVE-ME”: À PROCURA DE SALVAÇÃO PELO AMOR NO INTERIOR DO TEXAS
Sadie Hollowell e Vince Haven estão perdidos no imenso território do Texas sem saber que são predestinados um ao outro. São dois seres à procura de si mesmos e, como em todos os romances de amor, este si mesmo repousa na alma do outro. Esta é a história que este livro tem a nos contar, em essência.
As peripécias começam quando Sadie, que saiu há quinze anos de Lovett, sua cidade natal no Texas, é convidada por uma tia para ser dama de honra do casamento de uma prima. Ela sempre relutou muito em voltar à sua terra natal, onde deixou muitos problemas não resolvidos, especialmente uma relação difícil com o pai, um rancheiro texano durão que ficou viúvo e a criou como pôde, mas nunca chegou a entender a filha, nem ela a ele. Na volta para o casamento da prima em Lovett, ainda cheia de dúvidas e temendo reencontrar a sociedade faladeira e hipócrita da pequena cidade onde o casamento significa tudo para uma mulher, ela conhece por acaso um homem grandalhão, forte e bonito que está com uma caminhonete encrencada à beira da estrada. Procurando ajudá-lo, ela dá carona a ele até a cidade, onde ele irá se encontrar com uma velha tia proprietária de um posto de gasolina e mercearia. Ele é um fuzileiro naval que volta da guerra do Afeganistão trazendo segredos que o atormentam e está à procura das raízes ou de um significado para a sua vida cheia de tédio.
Não é à toa que este personagem surge, pois ele faz parte de uma série de romances, desenvolvida por Rachel Gibson, sobre americanos ex-combatentes da guerra aos terroristas no Oriente Médio e em outras partes que voltam para casa à procura de um sentido para a vida.
No casamento da prima, Sadie ficará oprimida pelos comentários das tias e as manias neuróticas das senhoras do lugar, onde o mexerico é inevitável, e acabará nos braços de Vince. Embora tenha se sentido fortemente atraída por ele, ela reluta em começar um caso de amor com um homem que lhe parece de caráter duvidoso. No entanto, a tensão sexual entre o casal só faz crescer, proporcionando cenas de forte erotismo romântico, com as quais o romance fica mais e mais apimentado. Até este ponto, e por muitos capítulos, a história parecerá a de um caso de erotismo não resolvido, ficando na superfície do amor, já que nem Vince nem Sadie, relutantes, se entregam a um compromisso maior. A paixão sexual ocupa o lugar do amor, pois este poderia implicar responsabilidades das quais os dois se esquivam.
Como tudo acabará? Vince traz consigo estranhos pesadelos de seus tempos de combatente no Afeganistão e tem também um defeito físico que nunca revelou a Sadie. Ela, por sua vez, perde o pai e deve ficar cuidando do rancho em Lovett, coisa para a qual não se sente devidamente preparada.
SALVE-ME, lançamento da Geração Editorial em sua linha de romances de amor, tem 272 páginas cujo interesse vai num crescendo, conforme a forte atração sexual do início vai se tornando um problemático caso de amor num ambiente preconceituoso, onde as mulheres são vistas como predestinadas ao casamento e os homens podem ter uma vida sexual livre sem que ninguém os incrimine. Rachel Gibson foi premiada nos EUA por seus temas voltados para o romance e o erotismo entre seres que se perdem e se reencontram, recebendo dois prêmios RITA (Romance Writers of America) e produzindo séries que a levaram à condição de autora best-seller, com penetração especial no mundo feminino de leitores.
O que aguarda esse casal apaixonado e problemático justifica uma apaixonada leitura deste romance da bem-sucedida escritora.

Fonte: Geração Editorial
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Rachel Gibson descobriu seu talento como escritora aos 16 anos, quando saiu com o carro do pai e bateu em um barranco. Quando seus pais chegaram, contou uma história tão real, que seus pais acreditaram que ela havia sido vítima de um acidente de trânsito. E desde então não parou mais de contar histórias. Escritora de sucesso nos EUA, ganhadora do Prêmio RITA, está feliz ao ver que um de seus romances está em primeiro lugar na lista do jornal americano The New York Times. E seus outros romances figuram no Top Ten Favorite Books of The Year (lista dos 10 livros mais vendidos no ano, publicada pelo jornal The New York Times).




Por hoje é tudo, pessoal! O que vocês acharam da novidade? Já conheciam a autora? Eu estou bem curiosa para ler o livro e achei essa capa um arraso!!! 

Beijos, nos vemos em uma próxima!

Resenha | Confúcio: As Lições do Mestre


Olá, leitores! Tudo ótimo com vocês? Como estão as leituras? Eu estou bem e estou lendo bem mais que o ano passado! Trouxe hoje a resenha do livro “Confúcio: As lições do Mestre”, publicado pela editora Jardim dos Livros, cedido para resenha em parceria com a editora Geração Editorial.


Ano: 2016

Páginas: 96

Editora: Jardim dos Livros

Sinopse: Esta é uma seleção de ensinamentos de Confúcio (551-479 a.C.), um dos maiores vultos da filosofia e da religião. Confúcio ensinava que a sobrevivência da civilização depende do exercício correto de uma cultura racional, da prática de uma moral eficaz em inibir o mal e ensejar o altruísmo e a bondade. Os preceitos confucionistas defendem uma base humanística na educação, cujo cerne é o aspecto humano e moral. Para o Mestre, o tipo ideal de indivíduo é o Junzi, o “educado”, uma pessoa de bons modos, instrução e qualidades morais elevadas. Traduzidos direto do chinês, estes pensamentos compõem um guia indispensável para nos aconselhar em tempos confusos e de relativismo moral como os de hoje.



“Confúcio: As lições do Mestre” foi traduzido e organizado pelo sinólogo André Bueno, e publicado pela editora Jardim dos Livros. O livro reúne ensinamentos de Confúcio, um dos maiores pensadores da filosofia.

Na introdução ao livro, André nos apresenta o contexto histórico e social que o Mestre Confúcio viveu, precisamos conhecer um pouco do cotidiano vivido e presenciado pelo filósofo, para compreendermos seus escritos.

“Só quem começa o caminho descobre onde parar. Mas você desiste antes de começar.”

Confúcio vivia na civilização chinesa, que enfrentava uma série crise política, com excesso de corrupção  e ignorância administrativa. Ao perceber todos os problemas enfrentados pela sociedade, ele propôs soluções para contornar os problemas sociais, políticos e econômicos. As propostas de Confúcio se destacaram pelo cerne humanista. Em seus ensinamentos sempre exaltava a preservação da cultura. Para ele, o individuo ideal era o “educado”, que transpirava bondade, bons modos e vigiava os ideais morais.

O livro, como já disse, é uma seleção dos principais pensamentos confucionistas. Esses pensamentos não foram dispostos enumerados ou apresentados, como em alguns livros, como propostas de leituras diárias, apesar de eu achar isso um exercício válido: pegar esse livro todos os dias, ou uma vez por semana, e ler um pensamento por vez.

“Exija muito de si e pouco dos outros, e isso lhe trará sossego”

O trabalho gráfico, a diagramação e a tradução do livro não deixaram a desejar. Eu, particularmente, gostei bastante da textura e dos detalhes que compõem a capa. O trabalho interno do livro também está caprichado, as ilustrações do Mestre, a disposição dos ensinamentos, e até as páginas são de boa qualidade.



“Confúcio: As lições do Mestre” traz ensinamentos que devem ser considerados necessários em todos os tempos. O livro é baseado em escritos de 2.600 anos, mas não deixa de ser um guia de aconselhamentos para os dias atuais. Leitura recomendada para vocês, leitores, que gostam de livros que nos agregam sempre novos aprendizados e reflexões.
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